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domingo, 6 de maio de 2012

Fim da Ira



Fim da Ira
Ela virá,quando chegar a hora dela.
Ela virá, quando apagar a vela.
A dor irá quando chegar o fim da ira.
A dor irá quando acender a pira.
Eu vi a casa cair,vi a folha secar.
Vi o sol se esconder,eu vi o mundo virá.
E nada pude fazer,e nada pude tentar.
Eu vi o Templo ruir,vi a mata queimar.
Eu vi o rio correr,estrela se apagar.
E nada pude fazer,e nada pude tentar.
Ela virá quando chegar a hora dela.
Ela virá quando apagar a vela.







Bjs.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

BATUQUE DO CAPOEIRA


É no batuque 
que balança o negô
é no batuque 
que eu vou balançar!



Adoro!!!!!!

domingo, 12 de junho de 2011

Menina Flor


Oh menina flor me diga
Onde mora o meu amor
Mora no fundo do mar
Oh menina flor
Dentro d'um caixão de ouro
Oh menina flor do amor dia
Eh dia,eh dia,eh dia
Sou da terra boa
Terra de pobre viver
Pátria generosa
Os seus filhos vão crescer
Essa terra nao e minha
Também de ninguém
Lá mora minha gente
Também vai morar
Meu bem eh dia
A viola não e minha
Nem posso vender
Com ela eu não ganho nada
Nem posso perder
Mas se um dia eu volto
Viola vou te levar
Para entoar modas
Quando o meu amor passar, eh dia
Quando eu for embora
Morena cê vai mais eu
Te prometo o bem de tudo
O que Deus me deu
Para ser feliz
Quero um galho do seu jardim
Para enfeitar os campos
E ocê brotar em mim,eh dia.

Adap. - Josino Medina/Pereira da Viola






Vois micê é a donzela mai formosa que há por todas Banda.
É meu doce de coração de abroba,
É qui ném uma flor de macujá,
Sua pela é mais bunita que o leite branquim no barde do curral.
O seu sorriso diferançô meu coração, qui ném a cachuera nu mei da serra.
Sua boca é mais gostosa que mordê um gomim de mixirica di manhã cedo, fresquinha do sereno. Seu colim é mió que dormi num cochão de paia nova, cum chuvinha no teiado. Eu gosto docê mai qui di quejo curado.

Ôh minha branquelinha, to cum sardade demais docê,uai!
Te amo du tamaem duma estrada boiadera sem portera.
AAOOO!!! TREM CHIQUEEE!!


Feliz dia dos Namorados pro cês!

Bjs.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Nas lonjuras dessa terra



Nas lonjuras dessa terra
Vi canto de roda e rua
Vi contradança e congado
Vi coisa de encabular

Eu vi folia de Reis
Eu vi sabiá cantar

Eu vi rosa no sertão
Gravatá, mandacaru
Vi boi berrar na caatinga
Eu vi vaqueiro aboiar

Por esse sertão mineiro
Vi pão de queijo caseiro
Arroz com feijão tropeiro
E uma broa de fubá

Vi semana santa e reza
Menina! Vi Diamantina
Eu vi rosa na janela
Vi Olímpia, vi Sinhá

Vi Chica da Silva, eu vi
Vi Chico Rei lá no morro
Rebelião pra viver
Vi liberdade brilhar


Composição : Rubinho do Vale






"Minas, são muitas."


Bjs e até a próxima!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Ingoma




Thandiswa Mazwai



Desde o início, Thandiswa Mazwai conseguiu sempre estar na vanguarda da mudança. Nascida na terra rural de Transkei, ela cresceu em Soweto, na década de 80, como parte da "geração de Soweto", que testemunhou a violenta desmantelamento do apartheid e do crescimento de uma África do Sul livre.  Filha de jornalistas, ela estava constantemente rodeada de livros proibidos, escrita e discurso político. Estes acabariam por revelar-se um elemento importante na composição da cantora  e de sua consciência política.

Continue lendo aqui:


Bjs.
 

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

DOBET GNAHORÉ

BOM DIMAIS OUVIR



Dobet Gnahoré








Cantora  da Costa do Marfim, bailarina e percussionista, conquista o público com a sua magnífica presença, reforçada por diversos anos de trabalhos teatrais e coreográficos. Dobet Gnahoré possui a força das heranças culturais do seu pai, Boni Gnahoré, mestre do grupo Ki Yi Mbock Abidjan, liderada por Werewere Afeiçoado. A cantora exprime-se em diversas línguas africanas: Bete, Fon, Baoule, Lingala, Malinke, Mina ou Bambara, reflectindo assim a tradição pan-africana do grupo Ki Yi Mbock. Apresenta-se também em alguns dos mais importantes festivais do mundo e tem vindo a lançar trabalhos discográficos.


Bjs e até a próxima.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Festival Mundial das Artes Negras



 Sucesso total a participação do grupo Cantos de Congo no Festival Mundial das Artes Negras em Dakar no Senegal!!!



Acompanhe as fotos do show que abre a carreira internacional do grupo!













O Festival Mundial das Artes Negras está acontecendo desde o dia 10 de dezembro em Dakar, Senegal e vai até o dia  31.
 O  grupo itabirano, Cantos de Congo, se apresentou às 19h, hora do Brasil no dia 15. A apresentação foi ao lado do cantor Mombaça, do Rio de Janeiro e da cantora Rita Ribeiro do Maranhão na Praça do Obelisco no centro de Dakar.



  Grande participação popular






"Com os olhos de quem quer ter uma oportunidade
Com os olhos de quem quer ter uma vida de verdade
É assim que eu olho, é assim que eu vejo
Grande eu penso, grande almejo"

Charlie Brown Jr




Mais fotos do show: http://www.micofantasy.com.br/

 Até a próxima!!!!!

O Cantos de Congo deseja que você tenha um ótimo Natal,
cheio de alegrias, harmonia e tudo que a nossa Caixinha de sonhos nos faz acreditar.
Que esse Novo Ano que se aproxima seja uma porta aberta para novos sonhos, renovações de fé e muita Paz para o nosso mundo.
Feliz Natal e próspero Ano Novo.


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Festival Mundial de Artes Negras

Grupo itabirano Cantos de Congo participará do Festival Mundial de Artes Negras
 
 
A cultura negra itabirana será representada no maior festival de artes negras do Planeta, com participação de mais de 80 países
A convite do Governo Brasileiro, através  da Fundação Cultural Palmares, o Grupo "Cantos de Congo" participará da 3ª edição do Festival Mundial de Artes Negras – Fesman 2010, que acontecerá em Dakar no Senegal entre os dia 10 a 31 de dezembro. 
Desta vez pesa sobre os ombros do grupo um compromisso ainda maior, representar nossa cidade, nossa cultura e todo seu legado, nesse, que é sem duvida o maior evento dedicado a cultura negra mundial.

 

Festival Mundial das Artes Negras


O  Fesman é a maior reunião das artes e da cultura negra do mundo. Foi idealizado pelo ex-presidente do Senegal, Léopold Sédar Senghor, na década de 1960, com o tema Significação da Arte Negra pelo Povo e para o Povo. O segundo foi realizado na Nigéria, em 1977, com o tema Civilização Negra e Educação. Este ano, vai homenagear o Brasil, com o tema o Renascimento Africano. Mais de 80 países vão participar do III Fesman. Quatro redes de satélites vão percorrer o mundo inteiro mostrando toda a programação, que será transmitida em cinco idiomas: inglês, francês, espanhol, português e árabe.
  http://blackworldfestival.com/wp/pt-br/

Fonte:Defatonoline

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA


O Dia da Consciência Negra é uma data para a reflexão de todos nós brasileiros. Durante o período da escravidão, os negros sofreram inúmeras injustiças. E ás custas do seu sofrimento nas senzalas, nos campos e nas cidades, foi erguido tudo o que havia no Brasil daquela época. Os negros resistiram de diversas formas, nas muitas revoltas, fugas e com a formação de quilombos em várias partes do país. Assim, surgiu o Quilombo dos Palmares e o seu sonho de liberdade, que teve como principal líder Zumbi.
Veio a Abolição em 1888, o Brasil mudou e hoje é uma das maiores economias do mundo. No entanto, os negros continuaram em situação de desigualdade, ocupando as funções menos qualificadas no mercado de trabalho, sem acesso às terras ancestralmente ocupadas no campo, e na condição de maiores agentes e vítimas da violência nas periferias das grandes cidades. Sua luta, inspirada em Zumbi e em outros heróis negros que tombaram ao longo do caminho, precisava continuar.
Zumbi foi morto em 20 de novembro de 1695, e seu corpo foi exibido em praça pública para semear o medo entre os escravos e impedir novas revoltas e fugas. Mas o efeito foi oposto, despertando em muitos a consciência de que era preciso lutar contra a escravidão e as desigualdades, como Zumbi ousou fazer. A memória deste herói nacional, no Dia da Consciência Negra, nos compromete com a construção de uma sociedade na qual todos tenham não apenas a igualdade formal dos direitos, mas a igualdade real das oportunidades.





 Bjs e até a próxima!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Tambor de Crioula



Mexe, remexe, rebola é tambor de crioula
A ginga descente envolvente é tambor de crioula
É sensualidade pura, não da pra segurar
Faz qualquer tristeza se alegrar

Chega mais pra cá, chega pra sambar
Mostra todo o seu gingado
Faz nego babar, quando rebolar
Quero ver seu requebrado

O Terreiro na palma da mão
De cavaco, tantan, violão
Quero ver ferver...
Quero ver ferver, o tambor de crioula
ê ê ê.. criooula.. criooula.. (crioula)
criooulaaaaa.. criooula



http://www.youtube.com/watch?v=zH1ktOV3l6Y 




O Tambor de Crioula, dança inventada pelos negros que fugiam para o mato, fugindo do regime de escravidão, cantavam e dançavam para se divertir. Hoje é praticada e produzida por descendentes de negros e simpatizantes, incorpora às práticas do catolicismo tradicional e da religiosidade afro-maranhense, mas não é uma dança de cunho exclusivamente religioso, como o Tambor de Mina, com o qual muitas vezes foi confundido.
É, sobretudo uma forma de diversão de uma das classes sociais mais populares, uma expressão de resistência cultural dos negros e de seus descendentes no Maranhão.


São vários os motivos pelos quais se realiza um Tambor de Crioula: pagamento de promessa, festa de aniversário, chegada ou despedida de parente ou amigo, nascimento de uma criança, morte do bumba-meu-boi, carnaval, festa junina, ano novo etc.
No que diz respeito ao pagamento de promessa, o Tambor de Crioula é oferecido ao santo, especialmente à São Benedito, um santo negro, indispensável, na festa de devoção particular, a presença da imagem do santo, colocado num altar, preparado próximo ao local da dança. O santo também participa da dança, sendo em certos momentos carregado nos braços ou colocado na cabeça das mulheres. 


Ainda na dança, destaca-se a presença de vibrantes formas de expressão corporal, apresentadas principalmente pelas mulheres, em movimentos encantadores e harmoniosos, ressaltando cada parte do corpo, como cabeça, ombros, braços, cintura, quadris, pernas e pés. As coreiras (denominação das dançantes) preenchem metade do círculo e a outra metade é ocupada pelos coureiros (tocadores). Dentro da roda, não existe pessoa determinada para iniciar a dança. Entra uma careira de cada vez, enquanto as outras esperam sua vez de entrar. No centro da roda, os movimentos são livres, mais intensos e bem acentuados. Ao entrar, cada coreira mostra seu estilo, sua forma de dançar, de “pungar” outra coreira. 



A punga é muito importante na dança, é vista com respeito, principalmente pelos brincantes mais antigos. Tem vários significados: entre as mulheres, se caracteriza como convite para entrar na roda. Quando a coreira que está dançando no centro da roda e quer ser substituída, avança em direção a outra coreira aplicando-lhe a punga, que, por sua vez, entra na roda para dar continuidade à dança. A punga é dada de várias maneiras: no abdome, nas coxas, no pé da barriga e outros, variando de coreira para coreira. 




O Tambor de Crioula é composto por três tambores: tambor grande (roncador ou rufador), tambor do meio ou meião (socador ou chamador) e o tambor pequeno ou crivador (pererengue ou merengue), sendo feitos de canos ou da mesma qualidade da madeira, a saber: mangue, soró, pau-d`arco, angelim, faveira, mescla etc. O couros dos tambores são esquentados ao redor de uma fogueira, para a afinação correta dos seus próprios tocadores. Há também a matraca, que são dois pedaços de madeira tocada no comprimento do tambor grande.




O Tambor de Crioula é tão antigo quanto a arquitetura das casas e casarões do centro histórico de São Luís.  Até meados da década de 1950, as manifestações culturais no Maranhão eram marginalizadas pela sociedade dominante, sendo a prática delas no espaço urbano proibida pela polícia, que fazia acusações de feitiçaria, pajelança e desordem, evidenciando claramente a ampla difusão de preconceitos da sociedade contra manifestações populares.

 Fonte: FERRETTI, Sérgio Figueiredo. Tambor de Crioula: ritual e espetáculo. São Luís: Comissão Maranhense de Folclore (SECMA) Lithograf, 1995.



Bjs e até a próxima!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Dia do Saci


 Olá amigos do Cantos de Congo!!!

 

Brasileiros trocam bruxa por Saci no Halloween

Nesta sexta-feira, 31 de outubro, é comemorado o Dia do Saci, para homenagear um tradicional personagem do folclore brasileiro. A data escolhida coincide com o Halloween, o Dia das Bruxas, famoso nos Estados Unidos.

“A data foi escolhida propositalmente para chamar a atenção dos brasileiros. O Dia do Saci foi criado como movimento para defesa de mitos nacionais. Considero que temos que divulgar e promover a nossa cultura”, diz Mário Candido da Silva Filho, presidente da Sociedade de Observadores de Saci (Sosaci).
 De acordo com ele, a Sosaci não tem a intenção de barrar a comemoração do Halloween. “Cada vez mais as crianças fazem cursos de inglês e, por meio deles, o Dia dos Bruxas foi difundido no país. Não temos a intenção de lutar contra a cultura de outros povos, apenas lutamos a favor da nossa”, diz. 





Lenda
De acordo com o presidente da Sosaci, desde que a lenda do Saci Pererê surgiu, ela sofreu alterações. “No início, ele era um garoto indígena, com duas pernas e que gostava de fazer brincadeiras, como dar nó na crina do cavalo, jogar sal na comida. Sem maldade, apenas traquinas”, afirma.

Depois, com a chegada dos negros ao Brasil, a lenda teria sofrido alterações. “Passou a ser negro, ter uma perna só, usar gorro e fumar cachimbo.” 




Segundo Silva Filho, o Saci não é um personagem “do mal”, é apenas travesso. “Associar o Saci à imagem de demônio não é válido. Pela lenda, ele é um menino sapeca que preferiu ser livre em vez de viver na senzala nos tempos de colonização do Brasil. A história sofreu alterações. Cada um cria sua imagem do Saci”, completa.
 http://g1.globo.com/Noticias/


Bjs e até a próxima!

sábado, 16 de outubro de 2010

Chorado de Vila Bela da Santíssima Trindade



"Bem-te-vi bateu asa Bateu asa e voou
          Quando tu for embora
          Dá lembrança a meu amor."
 
          "Eu vou embora
          Eu não volto mais aqui
          Eu vou morar na mata
          Onde canta o juruti."







 Chorado de Vila Bela da Santíssima Trindade

Sedução era a arma das mulheres negras de Vila Bela da Santíssima Trindade para tirar o jugo de seus maridos, pais, irmãos ou parentes.
Dançando com muita sensualidade ao ritmo musical que ficou conhecido por Chorado, elas conseguiam que os senhores das senzalas e seus capitães-do-mato amenizassem os castigos impostos aos negros que fugiam ou desagradavam seus donos colonizadores brancos.
“Chorado” é o significado mais exato que essa dança poderia receber. Afinal, o gingado das negras era uma mistura de lágrimas e dor escondidas sobre o frenesi do ritmo, a evolução das ancas, o arfar dos seios e a melodia coletiva em dialetos africanos.
Os gajos se desmanchavam vendo as mulheres evoluírem no salão equilibrando garrafas de Kanjinjin na cabeça, com seus dentes extremamente brancos e os cabelos carapinha. A platéia exclusivamente branca e masculina esticava o olhar sobre os generosos decotes e devorava as coxas que propositadamente os vestidos estampados de chita deixavam à mostra. Ai Jesus! – diziam Manoel e Joaquim, que dominavam a Vila Bela e negra.
A noite não tinha fim. Embalados etilicamente pelo Kanjinjin, bebida afrodisíaca feita pelas mulheres que os enfeitiçavam dançando, os senhores dos escravos se deixavam escravizar tendo somente a lua por testemunha.
Na mesma Vila Bela enquanto os brancos se entregavam às negras, outras relações apimentavam ainda mais as noites de prazer. No silêncio do chamado sacrossanto do lar ouviam-se gemidos das brancas devolvendo aos maridos com a mesma moeda. Sem que soubessem os personagens daquele tempo miscigenavam a população na região de fronteira com a Bolívia, no Vale do Rio Guaporé.  
Com essa dança as negras de Vila Bela continuam enchendo os olhos de quem as vê, em apresentações do Grupo Chorado. A sedução é a mesma, mas a razão para a dança é outra: a tradição.



 Bjs e até a próxima!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Apresentação do Grupo Cantos de Congo





Viva o Brasil, viva Minas Gerais
Viva o Brasil, viva Minas Gerais 
Viva o povo dessa terra
Morador desse lugar 
Sua visita esteve boa
Vai deixar muita saudade 
Vamos nós pedir a Deus
A Senhora do Rosário
E ao Senhor São Benedito
Proteção pro seu trabalho 
Viva o Brasil... 
Quando eu vim lá de Machado
No coração só bondade
Rezo a Santa Efigênia
Pras Almas Santas Beneditas
Agradeço a Santo Onofre
E à Senhora Aparecida


Olá amigos do Cantos de Congo!!!





Apesar de ter uma agenda bem apertada o grupo Cantos de Congo sempre reserva um espaço para fazer apresentações de caráter voluntário e foi o que aconteceu no dia 25 de setembro na comunidade dos Gomes pertencente à região de Itabira.
O grupo foi convidado pela presidente da associação comunitária da região para uma apresentação com o objetivo de angariar fundos para a construção da sede da associação.
O grupo aceitou e compareceu apresentando um show com muita qualidade e que alegrou muito os habitantes da comunidade e região.

Vamos dar uma olhadinha:

Preparando o palco









Prontinhos para a apresentação!



Momentos do show


















Público sempre animado!




Bjs e até a próxima!